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SÃO PAULO S/A

Brasil - 1965 - Drama - P&B - 111 min - 35mm

Prêmio de Público na I Mostra Internacional do Novo Cinema, Pesaro, Itália, 1965; Cabeza de Palenque no VIII Festival Internacional do Filme de Acapulco, México, 1965; Prêmio Governador do Estado de São Paulo; Saci do jornal O Estado de S. Paulo para melhor filme, direção e montagem.

Direção: Luiz Sérgio Person
Produção: Renato Magalhães Gouvêa
Roteiro: Luiz Sérgio Person
Direção de fotografia: Ricardo Aranovich
Montagem: Glauco Mirko Laurelli
Música: Cláudio Petraglia
Companhia produtora: Socine Produções Cinematográficas
Distribuição: Columbia Pictures do Brasil
Assistência de direção: Pedro Carlos Rovai
Produção executiva: Nélson Mattos Penteado
Assistência de produção: Ramirez Orlando e Miguel A. Martin
Câmera: Ricardo Aranovich
Som: Carlos Foscolo, Waldir Bonas e Juarez Costa
Direção de arte: Jean Laffront
Figurino: Confecções Tomaso
Laboratório: Rex Filme
Estúdio de som: AIC
Locações: São Paulo e Guarujá

Lançamento: 4 de outubro de 1965

Elenco:
Walmor Chagas (Carlos), Eva Wilma (Luciana), Otelo Zeloni (Arturo), Ana Esmeralda (Hilda), Nadyr Fernandes, Osmano Cardoso, Sílvio Rocha, Armando Paschoal, Altamiro Martins, Armando Sganzerla, Etty Frazer, Kleber Macedo, Carmen Maria, Cacilda Rabelo, Lenoir Bittencourt, Maria Lysia, Mário F. C. Audrá, Victório Bondioli, João Chalherani e Jean Laffront. Crianças: Marcos Newman, Marta, Renato e Ricardo Gonda

Sinopse:
A agitada cidade de São Paulo, capital industrial do país, é o cenário da crise existencial vivida por Carlos. Depois de uma noite em boates e bares, Carlos resolve acabar com seu casamento. Comunica essa decisão à esposa, Luciana, e sai de casa. Enquanto anda pela cidade, ele revive os últimos anos de sua vida, desde os vários relacionamentos com mulheres e o emprego de técnico na Volkswagen do Brasil, até o casamento com Luciana, o nascimento do filho e a ascensão social conseguida através da sociedade com Arturo, um pequeno empresário da indústria automobilística.

O filme trata do momento do rompimento com a vida burguesa, limitada ao trabalho e à acumulação de bens. Seria também um rompimento com a cidade, porém, ao afastar-se dela, Carlos se dá conta da inutilidade/impossibilidade desse ato e resolve voltar para "recomeçar".

Esta obra é considerada uma das únicas representantes paulistas do Cinema Novo.