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MACUNAÍMA

Brasil - 1969 - Comédia - Cor - 108 min - 35mm

Prêmio Carmen Santos do INC para melhor produção nacional, 1969; Golfinho de Ouro do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro para melhor filme, 1969; Coruja de Ouro do INC para melhor ator (Grande Otelo) e melhor cenografia, 1969; melhor argumento, diálogo, cenografia, figurino, ator (Grande Otelo), ator coadjuvante (Jardel Filho) do IV Festival de Brasília, 1969; Saci para melhor roteiro, 1969; melhor filme, ator (Paulo José) e fotografia do I Festival de Manaus, 1969; melhor filme no Festival de Marília, SP, 1969; Prêmio de qualidade do INC; Prêmio Air France para melhor filme, diretor e ator (Grande Otelo), 1969; Gran Condor de Oro para melhor filme do Festival Internacional de Mar del Plata, Argentina, 1970; Prêmio Acquarius para melhor roteiro no Festival do Cinema Novo de Nova Iorque.

Direção: Joaquim Pedro de Andrade
Produção: Joaquim Pedro de Andrade
Roteiro: Joaquim Pedro de Andrade, baseado no livro homônimo de Mário de Andrade
Direção de fotografia: Guido Cosulich
Montagem: Eduardo Escorel
Música: Antonio Maria
Companhias produtoras: Filmes do Serro, Grupo Filmes e Condor Filmes
Assistência de direção: Carlos Alberto Prates Correia
Produção executiva: K. M. Eckstein
Direção de produção: Chris Rodrigues
Assistência de produção: Domingos Paron
Câmera: Guido Cosulich
Cenografia e figurino: Anísio Medeiros
Efeitos especiais: Paulinho Wagner e Hilton Weneck
Narração: Tite de Lemos

Elenco:
Grande Otelo (Macunaíma preto), Paulo José (Macunaíma branco), Dina Sfat (Ci), Milton Gonçalves (Jiguê), Rodolfo Arena (Maanape), Jardel Filho (gigante Venceslau Pietro Pietra), Joana Fomm (Sofara), Maria do Rosário (Iquiri), Maria Lúcia Dahl (Iara), Miriam Muniz (Caapora), Nazaré Ohana, Zezé Macedo, Wilza Carla, Hugo Carvana e Guaracy Rodrigues

Sinopse:
Num casebre, em plena selva, nasce Macunaíma. Nasce diferente, a mãe acocorada deixando cair a criança preta, de cabeça. Corre em selvagem alucinação pelo mato, de preto virando branco, e depois deixando o sertão em troca da cidade na companhia dos dois irmãos, Jiguê e Maanape. Na cidade, estranha e hostil, segue o mesmo caminho zombeteiro, conhecendo e amando guerrilheiras e prostitutas, enfrentando vilões milionários, policiais, personagens de todos os matizes. Depois de longa e tumultuada aventura urbana, deixa o caos e volta à selva, onde desaparecerá como viveu - antropofagicamente.

Este filme participou da última fase do Cinema Novo, sendo o único grande sucesso de público desse movimento.