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LAMARCA

Brasil - 1994 - Drama - Cor - 120 min - 35mm
Direção: Sérgio Rezende
Produção: José Joffily e Mariza Leão
Roteiro: Sérgio Rezende e Alfredo Oroz, livre
adaptação do livro "Lamarca, o Capitão da Guerrilha", de Emiliano e José
Oldack Miranda
Direção de fotografia: Antônio Luiz Mendes
Montagem: Isabelle Rathery
Companhias produtoras: Cinema Filmes e Morena Filmes
Música: David Tygel. Orquestradores: Mauricio Maestro e Vicente Ribeiro. Participação
da Orquestra Filarmônica do Espirito Santo, sob a regência do maestro Helder Trefzger
Produção executiva: José Joffily
Direção de produção: Andrea Queiroga
Câmera e steadycam: Marcos Avellar
Direção de arte: Clóvis Bueno
Cenografia: Vera Hamburguer
Som direto: Jorge Saldanha
Figurinos: Rita Murtinho
Maquiagem de efeitos: Antônio Pacheco
Elenco:
Paulo Betti (Carlos Lamarca), Carla Camurati (Clara), José de Abreu (major), Deborah
Evelyn (Marina), Eliezer de Almeida (Zequinha), Ernani Moraes (delegado Flores), Roberto
Bomtempo (Fio), Orlando Vieira (Zé Barreto), Nelson Dantas (pai de Lamarca), Carlos Zara
(general), Selton Mello (Ivan), Patricia Perrone (Maria), Anna Cotrim, Camilo Bevilacqua,
Kike Diaz, Marcelo Escorel e Luiz Maças
Sinopse:
O filme acompanha os dois últimos anos da vida do capitão Carlos Lamarca, que aderiu à
luta armada contra a ditadura militar, no fim dos anos 60. A história começa no momento
em que ele decide fazer uma opção radical pela revolução, enviando a mulher e os
filhos para Cuba e desertando do Exército brasileiro em janeiro de 1969. Termina com a
sua morte em setembro de 1971, quando foi assassinado pelos militares no sertão da Bahia.
Alguns flashbacks revelam o passado do militar/guerrilheiro: a relação carinhosa com o pai; o impacto que sofreu quando serviu no Canal de Suez, em 1962, integrando o batalhão das Nações Unidas; o amor pela mulher e os filhos; o orgulho de pertencer ao Exército e, simultaneamente, sua ligação com o povo e a indignação com a miséria do país.
No clandestinidade, ligado à Vanguarda Popular Revolucionária (VRP), Lamarca comanda assaltos e seqüestros, apaixona-se pela guerrilheira Lara e amadurece sua convicções políticas. E passa a sofrer também, a perseguição sem trégua do delegado Flores e, depois, do Exército, sob o comando de um major determinado a derrotar aquele traidor da bandeira.
O longa-metragem marcou o reencontro do público com o cinema brasileiro.