![]() |
OS INCONFIDENTES

Brasil - 1972 - Drama - Cor - 100 min - 35mm
Prêmio Air France para melhor filme de 1972; Golfinho de Ouro, Rio de Janeiro, 1972; Prêmio Comitê de Artes e Letras no XXXIII Festival Internacional de Veneza.
Direção: Joaquim Pedro de Andrade
Roteiro: Joaquim Pedro de Andrade e Eduardo Escorel, baseado em poemas dos árcades
mineiros, nos Autos da Devassa e no "Romanceiro da Inconfidência", de Cecília
Meirelles
Direção de fotografia: Pedro de Moraes
Montagem: Eduardo Escorel
Música: Marlos Nobre, Ary Barroso e Agostín Lara
Companhias produtoras: Filmes do Serro, Grupo Filmes e Mapa Filmes
Distribuição: Embrafilme
Assistência de direção: Gilberto Loureiro
Direção de produção: Carlos Alberto Prates Correia
Assistência de produção: Milton Gontogo, Vitorino Dias, Jair Fonseca, Mário Almeida e
Álvaro Freire
Câmera: Pedro de Moraes
Som: José Tavares e Victor Raposeiro
Cenografia e figurino: Aníso Medeiros
Elenco:
José Wilker (Tiradentes), Luiz Linhares (Tomás Antônio Gonzaga), Paulo César Pereio
(José Inácio de Alvarenga Peixoto), Fernando Torres (Cláudio Manoel da Costa), Carlos
Kroeber (Francisco de Paula Freire), Wilson Grey (Joaquim Silvério dos Reis), Margarida
Rey (Dona Maria I), Nelson Dantas (padre Carlos Corrêa de Toledo), Carlos Gregório
(José Alvares Maciel), Fábio Sabag, Roberto Maya, Tereza Medina, Suzana Gonçalves
(Marília), Zorah, Ricardo Teixeira Salles, Benedito Silva, Marília Pereira, Orlando
Seitas Fernandes, Helvécio Ferreira e José Aurélio Vieira
Sinopse:
O filme reconstitui criticamente fatos, idéias e personagens ligados à Inconfidência
Mineira, revisando o significado histórico tradicional. Tiradentes é torturado para
confessar sua participação na insurreição contra a coroa. Os demais envolvidos já o
haviam feito, todos procurando se isentar da responsabilidade maior: Tomás Antônio
Gonzaga, José Inácio de Alvarenga Peixoto, José Alvares Maciel, o coronel Francisco de
Paula Freire e o padre Carlos Corrêa de Toledo; Cláudio Manoel da Costa mata-se na
prisão. Tiradentes assume a responsabilidade completa pela insurreição, e a rainha de
Portugal, Dona Maria I, comuta a pena capital de todos, menos de Tiradentes. O
enforcamento é encenado diante de um grande público. Seguem-se o esquartejamento e as
homenagens contemporâneas ao mártir da Independência.