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BARRAVENTO

Brasil - 1961 - Drama - P&B - 80 min - 35mm
Opera Prima do XIII Festival de Karlovy-Vary na Tchecoslováquia,
1962.
Direção: Glauber Rocha
Produção: Rex Schindler e Braga Neto
Roteiro: Glauber Rocha, José Telles de Magalhães e
Luiz Paulino dos Santos
Direção de fotografia: Tony Rabatoni
Montagem: Nelson Pereira dos Santos
Música: Washington Bruno (Canjiquinha) e Batatinha
Companhia produtora: Iglu Filmes
Distribuição: Horus Filmes
Assistência de direção: Álvaro Guimarães e Waldemar Lima
Produção executiva: Glauber Rocha e Roberto Pires
Produtor associado: David Singer
Direção de produção: José Telles de Magalhães
Câmera: Tony Rabatoni
Elenco:
Antônio Pitanga (Firmino), Luiza Maranhão (Cota), Lucy Carvalho (Naína), Aldo Teixeira
(Aruã), Lídio Cirillo dos Santos (mestre), Rosalvo Plínio, Alair Liguori, Antonio
Carlos dos Santos, D. Zezé, Flora Vasconcelos, Jota Luna, Élio Moreno Lima, Francisco
dos Santos Brito e D. Hilda
Sinopse:
Numa aldeia de negros pescadores no litoral da Bahia, o pai de santo mantém a população
presa a superstições. Aruã, jovem pescador, é considerado "escolhido de
Iemanjá" e não pode manter relações sexuais.
Firmino, negro educado na cidade grande, revolta-se contra a exploração econômica de seus companheiros. Resolve então desmascarar o candomblé como um aliado dos patrões, mostrar que Aruã não é o escolhido dos deuses. Convence a prostituta Cota a seduzir Aruã que, perdendo a virgindade, perde os favores da deusa e passa a trazer azar aos companheiros. Descoberto, Aruã parte para a cidade grande e Cota se suicida.
Este primeiro longa-metragem de Glauber Rocha foi um dos primeiros filmes da fase inicial do Cinema Novo.